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quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Aumenta número de pessoas que praticam exercícios físicos

Cada vez mais é possível ver pessoas praticando corrida, alongamentos, entre outros exercícios físicos. De acordo com a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2017, elaborada pelo Ministério da Saúde, a quantidade de atletas corredores aumentou 194% no país, entre os anos de 2006 e 2017.
O levantamento, publicado na última semana, revelou que a busca por artes marciais, como o judô, o karatê e o kung fu, aumentou, registrando 109%. Entretanto, a quantidade de pessoas que praticam futebol caiu quase pela metade (43,5%).
Além disso, a caminhada é o exercício físico mais comum, sendo praticado por 33,6% da população. Das pessoas entrevistadas, o resultado é de 17,7% praticam musculação, 11,7% futebol, e as lutas e artes marciais totalizam 2,3%.
Estima-se que 37% da população das capitais brasileiras façam, ao menos, 150 minutos de atividade física por semana, mínimo recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A duração é de, aproximadamente, 22 minutos diários. O índice é motivo de comemoração, já que cresceu 24,1%, de 2006 até o ano passado.
PERFIL
Os pesquisadores destacaram que a predominância do hábito de praticar exercícios é considerada entre homens (43,4%) e pessoas nas faixas etárias de 18 a 24 anos (49,1%) e 25 a 34 anos (44,2%).
Outra relação evidenciada pelo ministério é o grau de escolaridade dos desportistas, considerando que 47% dos brasileiros que praticam atividade física já têm completos 12 anos ou mais de educação formal.
EVITE DOENÇAS
Praticar exercícios ajudam a prevenir doenças, como o reumatismo, por exemplo. Segundo o reumatologista da Unimed, Jose Mario Corassa, artrite, artrose e a bursite estão entre as patologias mais comuns do reumatismo. “Idade avançada, obesidade, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e ingestão de medicamentos são fatores de risco para as doenças reumáticas”, aponta o médico.
Corassa ressalta a importância do tratamento. “O especialista adota medidas para controlar a dor e inflamação fazendo uso de medicamentos, fisioterapia, alimentação balanceada e exercícios físicos, e isso melhora significativamente a qualidade de vida do paciente”, concluiu.
Da redação com informações do Jornal do Brasil

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